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Reminiscências futebolísticas e a garra do Pantera da Noroeste em Itaquera

  • há 6 dias
  • 2 min de leitura

O telefone celular tocou e do outro lado da linha uma voz se fez ouvir: estamos fretando um micro-ônibus para ir a São Paulo assistir ao jogo do CAP contra o Corinthians.


Quando decidimos ir alguém comentou: isso é uma loucura, mesmo porque o Clube Atlético Penapolense não vem apresentando bons resultados.


Todavia, como pessimismo não é o nosso forte, respondemos que em futebol tudo pode acontecer, pois começamos o campeonato vencendo a equipe do Palmeiras e havíamos goleado o Santos dentro do Tenentão.


Foi exatamente com este sentimento de amor e respeito ao clube do coração que um grupo de torcedores seguiu para a Arena Corinthians onde seria realizado o embate entre o Davi Penapolense Futebol Clube e o Golias Corintiano.


Sinceramente não sabemos se foi por estar jogando em um estádio daquela grandeza ou enfrentando um time que não perdia há muitos jogos que o Pantera da Noroeste tremeu na base.


O primeiro tempo terminou quatro a zero para os donos da casa, mas o placar poderia ter sido outro se não tivéssemos perdido dois gols praticamente feitos.


Os comentários durante o intervalo eram mais de conformismo e consolo entre os capeanos do que esperança em qualquer tipo de reação.


Quando o quinto gol foi marcado, a expressão de tristeza se fez ainda mais sentida no rosto daqueles que estavam presenciando implacável derrota.


Alguns comentaram como seria triste o retorno; outros afirmaram serem coisas do futebol e perder para uma equipe como o Corinthians não deveria ser motivo para deixarmos de acreditar que o objetivo de permanecer na elite do futebol paulista deixaria de ser alcançado, pois a classificação ainda seria possível haja vista a condição dos demais times e os jogos que teríamos dentro de casa.


Mas os deuses do futebol resolveram interferir fazendo com que os jogadores feridos nos seus brios mudassem a trajetória daquele jogo.


Veio o primeiro, o segundo e o terceiro gol para surpresa do adversário – que não esperava uma reação daquele tamanho - e dos torcedores que viram justificados todos os sacrifícios da viagem que os levaria ter o privilégio de serem testemunhas oculares de mais uma importante história escrita pelo glorioso Pantera da Noroeste.


Não podemos negar que os cinco gols sofridos nos deixaram entristecidos, mas a garra, a determinação dos nossos jogadores e os três gols marcados serão muito mais lembrados do que a derrota em si.


Isto deixa absolutamente claro que devemos LUTAR SEMPRE, GANHAR TALVEZ, DESISTIR JAMAIS!


Olmair Perez Rillo é Marketólogo, Membro da Academia Penapolense de Letras (APL), integrante da Comissão de Méritos da Câmara Municipal de Penápolis, Palestrante Motivacional, Presidente do Penapolitano Social Clube mantido pela Associação dos Aposentados Pensionistas e Idosos de Penápolis (AAPIP), integrante dos Conselhos Gestores da Autarquia Municipal de Saneamento Ambiental (DAEP), Política Urbana e Turismo. Instagram @olmairperez

 
 
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