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Felipe Franco reforça esporte na rede pública diante do novo comportamento da Geração Z

  • 25 de mai.
  • 2 min de leitura

Um movimento cultural vem ganhando força entre os mais jovens. A chamada Geração Z não deixou de sair, nem abandonou a vida social, mas tem reduzido o espaço do álcool na rotina e reorganizado prioridades. O impacto já aparece no mercado: entre 2018 e 2022, o setor global de bebidas alcoólicas perdeu mais de US$ 830 bilhões em valor, segundo levantamento amplamente repercutido na imprensa econômica.


Mas o dado mais interessante não é apenas a queda no consumo. É o que entrou no lugar.

A academia passou a ocupar o espaço que antes era do “happy hour”. Suplementos, hábitos de autocuidado e rotinas de bem-estar viraram parte do cotidiano. Meditação e sono ganharam status de prioridade. E a busca por performance se tornou, para muitos, um estilo de vida. Em vez de trocar o bar pelo sofá, essa geração tem trocado por uma lógica completamente diferente: mais disciplina, corpo ativo e consciência sobre saúde.


No Estado de São Paulo, o deputado Felipe Franco defende há anos, que o esporte precisa começar cedo e estar acessível, principalmente dentro da escola pública. Entre as propostas apresentadas, estão o PL 1709/2023, que inclui o jiu-jitsu como atividade extracurricular na rede estadual, e o PL 128/2024, que institui a prática do tênis como atividade extracurricular nas unidades de ensino estaduais.


A escola deve ser o ponto de virada para transformar esporte em rotina, reduzir sedentarismo e ampliar oportunidades. Mais do que formar atletas, a proposta é fortalecer hábitos que constroem saúde e disciplina para a vida toda.


Se a Geração Z já está escolhendo um caminho mais saudável, a discussão que fica é objetiva: o poder público vai acompanhar essa virada com estrutura e acesso real, ou vai continuar tratando esporte como opcional.


Fonte: Felipe Franco/Assessoria.

 
 
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